Mapeamento de Retina sem dilatação de pupila já é uma realidade

Com a inovação, pacientes podem avaliar a retina sem a incômoda dilatação de pupila. Com a inovação, pacientes podem avaliar a retina sem a incômoda dilatação de pupila.

 

Com a globalização aliada aos avanços da informática, a Medicina está vivendo um período de mudanças radicais. Avanços tecnológicos constantes, novos materiais, medicamentos e exames proporcionam tratamentos eficientes, obtendo prevenção ou cura de doenças antes consideradas irremediáveis.
Os avanços da tecnologia aplicada à saúde têm trazido muitos benefícios para os profissionais da área.

Esses avanços não se restringem somente a aparelhos eletrônicos e aplicativos digitais, porém, a atualização é de suma importância para que o paciente tenha acesso aos melhores diagnósticos e tratamentos. Graças a modernos equipamentos, doenças que antes tinham diagnóstico demorado, agora possuem maiores probabilidades de cura.

Ciente dessa necessidade, a Oftalmoclínica Curitiba investe constantemente em melhoria da estrutura técnica, buscando conhecer, em Congressos internacionais, os mais modernos equipamentos e softwares  para diagnóstico e tratamento das doenças oculares.

Uma das novidades – que tem deixado pacientes e médicos bastante satisfeitos - é o Visucam 524, da Zeiss. Por contar com um sensor de 24 megapixels capaz de reproduzir imagens de alta resolução, o equipamento oferece maior precisão e rapidez no diagnóstico de doenças como glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular.

Além disso, pacientes que realizam exame de fundo de olho (mapeamento de retina) contam agora com uma novidade que há muito era esperada: a possibilidade de realizar avaliação da retina sem dilatação de pupila.

Primeira clínica do Paraná a oferecer essa possibilidade, a Oftalmoclínica espera ter um diagnóstico ainda mais rápido com o uso do Daytona (Optos), equipamento que avalia o fundo do olho sem a necessidade de dilatação de pupila: “Muitas vezes o paciente vem para uma consulta de rotina e não pode fazer a dilatação por estar dirigindo ou por possuir compromissos após a avaliação”, explica o médico João Guilherme Moraes, chefe do serviço de retina da Oftalmoclínica Curitiba. Segundo o especialista, antes, mesmo quando havia suspeita de problemas na retina, era preciso agendar uma nova data para que o paciente viesse preparado para a dilatação, o que aumentava o tempo de diagnóstico e acabava diminuindo as possibilidades de sucesso no tratamento.

A área de saúde é uma das que mais tem contado com pesquisas e novas descobertas. Além invenção de aparelhos mais eficientes, novos medicamentos e técnicas cirúrgicas têm sido criados dia a dia. Segundo Francisco Grupenmacher, especialista em córnea da Oftalmoclínica Curitiba, a busca por essas novas descobertas é uma das principais preocupações: “Sempre é preciso participar de pesquisas, Congressos e Conferências, pois é nesses eventos que temos acesso às mais modernas descobertas de todo o mundo”.

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